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PNBE e Tarso
Genro acertam coordenar ações para o futuro |
O
projeto "Brasil 2022" da entidade e a Concertação
Nacional do CDES deverão caminhar juntos
O PNBE aceitou em 30 de outubro convite do secretário
especial do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico
e Social), ministro Tarso Genro, para que o proposta da
entidade, Brasil 2022 – Do País que Temos
para o País que Queremos, se articule com a Concertação
Nacional almejada por este conselho.
O convite e sua aceitação ocorreram em reunião
realizada entre 150 empresários e o ministro, no
Crowne Plaza Hotel, em São Paulo. O evento teve
o patrocínio do Unibanco Empresas, sendo conduzido
pelo 2º coordenador do PNBE, Helio Cerqueira Jr.
O 1º coordenador do PNBE, Mario Ernesto Humberg,
apresentou em primeira mão ao ministro as linhas
gerais do Brasil 2022, que objetiva tornar o país
economicamente forte e socialmente justo nos 200 anos
da Independência.
A seguir, o ministro convidou o PNBE, que qualificou como
uma entidade ética e respeitável, a firmar
um protocolo de cooperação mútua
com o Programa Nacional de Apoio à Concertação
Nacional do CDES, a exemplo do que já fizeram BID,
Bird, FGV, Cepal, Unesco, Fundação D. Cabral
e UFRGS. Humberg aceitou o convite.
Segundo o ministro, a Concertação Nacional
pretende ser uma união em torno de objetivos mínimos,
tais como: estipular que acordos com organismos financeiros
internacionais não podem ser celebrados se provocarem
recessão; priorizar a construção
de habitação para famílias de baixa
e média rendas; chegar ao final do governo Lula
com crescimento anual do PIB de 7%; e pautar acordos comerciais
internacionais pela eqüidade e pelo respeito aos
projetos nacionais.
Otimismo empresarial – Ao final do evento, Humberg
apresentou ao ministro os resultados de uma pesquisa eletrônica
realizada no local pela empresa Pirus entre os empresários
presentes.
À pergunta "Em relação ao futuro
do país, como você se define?", 66%
declararam-se otimistas, 33% céticos/em dúvida
e 1% pessimistas.
Indagados sobre as chances (em percentuais) de o Brasil
chegar em 2022 como um país socialmente justo,
eticamente correto e economicamente forte, 38% responderam
que as chances seriam de 41% a 60%; 35% disseram que as
chances estariam entre 61% e 80%; para 13%, as chances
ficariam entre 21% a 40%; 8%, de 81% a 100%; e 5%, até
20%.
Também foi perguntado o nível de conhecimento
dos empresários presentes em relação
aos trabalhos desenvolvidos pelo CDES: 73% disseram conhecer
pouco, 15% afirmaram desconhecer e 12% informaram conhecer
muito. O ministro agradeceu pela informação
e concordou com Humberg de que ele precisaria comparecer
mais encontros como o de ontem, para divulgar as ações
do Conselho. |
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